🏎️ Sérgio Pérez e Max Verstappen: Drama, tensão e amor à velocidade
Sergio Pérez resolveu abrir o coração sobre sua convivência com Max Verstappen nos quatro anos de Red Bull, e a revelação é digna de roteiro de série: segundo o mexicano, o tetracampeão mundial parece ter “duas personalidades”. Fora do carro, é aquele vizinho simpático que você chamaria para um churrasco; dentro do carro, é praticamente uma criatura mística, intensa e reservada, como se cada curva acionasse uma versão secreta e mais aterrorizante de Max — basicamente Dr. Jekyll e Mr. Hyde em alta velocidade.
Quando a Fórmula 1 vira novela mexicana
No podcast Cracks con Oso Trava, Pérez trouxe à tona episódios de tensão — e quem diria que nas corridas da Fórmula 1™ não envolve apenas pneus, combustível e café expresso? Ele lembrou do GP de São Paulo de 2022, quando Verstappen se recusou a ceder o sexto lugar a Pérez, mesmo depois de a equipe implorar com toda a educação que um manual de etiqueta corporativa recomenda. O resultado? Charles Leclerc agradeceu o presente e levou o vice-campeonato da Ferrari, enquanto Pérez provavelmente começou a considerar terapias alternativas.
Dr. Jekyll e Mr. Verstappen
“Max é uma ótima pessoa, mas quando ele fica atrás do volante, algo muda, ele se transforma, ele se torna uma pessoa diferente. Havia algo no Brasil [em 2022] que ele mantinha dentro de si e nunca deixava sair. Já havíamos conversado sobre isso antes e achávamos que já havia passado e toda a equipe sentia o mesmo. Por isso, ficamos todos surpresos por ele ter tocado no assunto novamente naquele momento”, explicou Pérez, que provavelmente ainda faz sessões de respiração profunda sempre que lembra daquele fim de semana.
Nem tudo é drama psicológico
Mas calma, nem tudo é terror psicológico de filme de suspense: Pérez reconhece que Verstappen é, de fato, um gênio mental e um talento fenomenal. “Max é um piloto incrivelmente forte mentalmente e tem um talento fenomenal. Ele é muito focado, um grande trunfo para a equipe e um líder forte. A desvantagem, na minha opinião, é seu temperamento. Quando as coisas dão errado, ele se esforça para administrá-las e se mantém reservado. Ele tem esse lado, mas, ao mesmo tempo, acho que se ele não tivesse esse lado, ele não seria Max Verstappen”, comentou o mexicano, que volta às corridas da Fórmula 1™ em 2026 com a Cadillac, provavelmente já se preparando para o próximo episódio da série Max vs Pérez: Drama em Alta Velocidade.
Trabalhar na Red Bull: privilégio ou tortura?
E olha, por mais que Pérez tente elogiar e entender as mudanças de personalidade do Max, ele admite que trabalhar na Red Bull “é a pior coisa do mundo” — e faz sentido: a equipe é praticamente um clube do Max, o “Lobo Solitário”, enquanto o resto da escuderia funciona como coadjuvante de luxo. Ao contrário da época de Daniel Ricciardo, que pelo menos podia mostrar seu talento sem ser esmagado, Pérez era o escudeiro perfeito, sempre pronto para defender a equipe… por obrigação, claro, porque na hora do mano a mano, a prioridade era sempre o Max.
Comparações históricas e favoritismo explícito
Bom… sejamos honestos: a ideia de pilotos da mesma equipe competindo de igual para igual já era complicada desde os tempos de Senna vs Prost. Mesmo com Senna sendo o queridinho, Prost conseguia dar trabalho (ou quase, haha, considerando um minutinho de diferença). Aqui é diferente: Sergio e Daniel até conseguiam bater de frente com Max, mas Red Bull tem seu filho favorito, e esse é um desalmado. A diferença é que aqui ninguém sai ileso — ou seja, se você não for o Max, bem-vindo ao clube do “segundo lugar eterno”.
🏁 Conclusão: Max Verstappen, mestre em pilotagem e em dramas internos
Entre elogios, tensão e favoritismo explícito, Pérez deixa claro que ser colega de equipe do Max não é para qualquer coração fraco. Mas, no fim das contas, todos aprendem que, nas corridas de Fórmula 1™, há campeões dentro e fora da pista — e Verstappen domina ambos os mundos.





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